Sem Palou, McLaren confirma Rosenqvist e fecha trio da Indy 2023 com O’Ward e Rossi

Assim que a Ganassi anunciou a reviravolta no caso e renovação com Álex Palou, a McLaren confirmou seu trio para a Indy 2023 com Felix Rosenqvist sendo mantido ao lado de Pato O'Ward e de Alexander Rossi, que chega da Andretti

Felix Rosenqvist vai disputar ao menos mais uma temporada com a McLaren na Indy. Nesta quarta-feira (14), assim que a Ganassi anunciou a reviravolta no caso de Álex Palou e renovou com o espanhol, a equipe britânica confirmou o sueco ao lado de Pato O’Ward e Alexander Rossi na temporada 2023.

O fato é que o novo acordo não pode ser chamado de renovação, afinal, Rosenqvist já tinha vínculo com a McLaren para 2023. No entanto, o esquema do time permitia que o sueco tivesse na Indy, na F1, na Fórmula E, onde quer que fosse. Agora, porém, veio a confirmação de que a continuidade será na mesma categoria.

Felix chegou a parecer carta fora do baralho algumas semanas atrás. É que a McLaren teve um crescimento de pilotos sob contrato até o momento em que decidiu por Oscar Piastri na F1 e encerrou o vínculo com Daniel Ricciardo para 2023. Agora, com Palou também fora da jogada, Rosenqvist ressurgiu e assegurou uma das vagas mais cobiçadas da Indy para o ano que vem.

“Não há maneira melhor que acabar a temporada do que com essa notícia. Amo a equipe, estou muito feliz em continuar a trabalhar com pessoas tão incríveis que conheci nos últimos dois anos. A sequência da parceria com Pato, a adição de Rossi, teremos uma equipe elite para 2023. Vai ser a temporada mais incrível para mim, ansioso pelo início”, disse Felix.

Felix Rosenqvist vai ficar na McLaren Indy por mais um ano (Foto: IndyCar)

“Estou muito feliz que teremos Felix correndo de novo com a McLaren em 2023. Tivemos um 2022 forte, estou ansioso para ver como ele, Rossi e O’Ward vão se sair unindo forças com a equipe”, disse Zak Brown, CEO da McLaren.

Depois de um começo de temporada bastante abaixo, Rosenqvist se recuperou e terminou vivendo bom momento, especialmente em classificações. O sueco fechou o ano em oitavo, com 393 pontos, na frente de nomes como Colton Herta, Romain Grosjean, Graham Rahal e o próprio Rossi.

Aos 30 anos, Felix já tem vasta experiência no automobilismo. Campeão da F3 Europeia em 2015, foi um dos membros de um dos grids mais fortes da história da categoria, em 2014, quando Esteban Ocon derrotou Max Verstappen. O sueco ainda teve boa passagem pela Fórmula E, ficando em terceiro na temporada 2016/17 com a Mahindra, e passagens por DTM e Mundial de GT.

Rosenqvist parte para o quinto ano na Indy, terceiro com a McLaren. O sueco chegou na categoria em 2019, sob forte expectativa e a aposta de que pudesse solucionar os problemas do carro #10 da Ganassi, que mais tarde seriam resolvidos justamente por Palou.

Ao todo, nos quatro campeonatos disputados, Felix venceu apenas o GP de Elkhart Lake de 2020, pela Ganassi, com quatro pódios somados e o sexto lugar geral de 2019 como melhor resultado conquistado.

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