Leclerc: "O que dói é que sinto que maximizámos tudo e ficámos a um minuto do Max"

Charles Leclerc admite que foi "doloroso" terminar um minuto atrás de Max Verstappen num Grande Prémio da Cidade do México "incrivelmente difícil" para a Ferrari.

Apenas uma semana depois de terem sido os mais rápidos na sessão de qualificação para o Grande Prémio dos Estados Unidos, os pilotos da Ferrari garantiram a quinta e sétima posições na grelha de partida para a corrida do México.

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Sem conseguirem fazer progressos durante a corrida, Carlos Sainz e Leclerc viram a bandeira de xadrez em quinto e sexto, respetivamente - e muito longe dos carros da Red Bull e da Mercedes.

"Foi incrivelmente difícil", disse Leclerc. "O que dói é que sinto que maximizámos tudo e ficámos a um minuto do Max, é uma diferença enorme."

"Temos de olhar para isso e melhorar os dias maus, principalmente porque sempre que temos um dia mau no domingo, parece ser um dia mesmo mau."

"Foi mesmo solitário, em modo cruzeiro com o Carlos até ao final. Estávamos demasiado lentos para os tipos da frente e muito mais rápidos do que os tipos de trás."

"É uma diferença enorme, mas ainda não tenho a explicação. Creio que estávamos a perder muito tempo nas retas. Se o tempo perdido veio todo daí, duvido, mas precisamos de analisar tudo e dar um passo em frente."